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Por Toni
É descabida e ridícula a tentativa do correspondente de Veja em Paris de estabelecer paralelos entre o atentado ao periódico Charlie Hebdo e o movimento pela democratização da mídia no Brasil.
Sobretudo é grotesco, partindo de um "pena alugada" de uma revista conhecida por manipular fatos, difamar e assassinar reputações, não respeitar o direito de resposta, ser pautada por delinquentes do crime organizado, como Carlinhos Cachoeira, e pisar em todos os princípios do jornalismo sério, fator imprescindível mesmo quando de um órgão tendencioso de imprensa.
Querer colocar no mesmo balaio uma reivindicação justa, legítima e legal com atos insanos de fanáticos da extrema-direita religiosa é mais uma prova do tipo de jornalismo que Veja pratica e, como vemos, é grotesco, mas não espanta, pelo contrário, combina com ela, a Veja e seus lacaios despreparados, como Antonio Ribeiro, que sequer sabe diferenciar entre decreto e lei.
Fonte: A comparação grotesca do correspondente de Veja em Paris»
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