O Conversa Afiada reproduz trecho de artigo de Ricardo Melo na Fel-lha (do ABC do C Af , agora, em fase terminal ):
(…)
Nada se ouve nos altos escalões a respeito de demandas sociais e, por exemplo, da cobrança de multas bilionárias como a devida pelo Itaú por conta da fusão com o Unibanco. Já os bancos continuam batendo recordes de lucratividade enquanto a economia do país patina.
O Planalto pode tentar fazer os malabarismos habituais para adiar medidas a favor do povo que o elegeu. Invocar a governabilidade, a necessidade de acordos com a base aliada etc. são platitudes habituais. Tampouco imagina-se que a montagem de um governo seja simples como a troca de diretoria de clube de futebol.
Mas os sinais são importantes, sobretudo na política. E é impossível manter compromissos com a maioria mais pobre sem que os ricos aceitem abrir mão de ganhos imorais. A conta não fecha. Na sua estreia, o maior risco da nova administração não é o de desagradar a oposição. É o de perder o pé da situação.
“Se for eleita, não governará”
Aécio não vai trabalhar ! Qual a novidade ?
Fonte: Vai governar para a situação ou para a Oposição ?»
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