O PiG veicula, nesta terça-feira (11), supostas revelações do doleiro Alberto Youssef, alvo da Operação Lava Jato. A Fel-lha (no ABC do C Af ), o Estadão e O Globo trazem manchetes com informações da delação premiada do doleiro, que relaciona as denúncias ao Mentirão.



O Estadão, inclusive, teve acesso ao depoimento e publicou dois vídeos em sua página. O Globo também reproduziu vídeo com parte da conversa.



O Conversa Afiada informa ao juiz Moro, o novo herói do “petrolão” , que também quer a delação premiada de Alberto Youssef.



Por que só o PiG pode ter acesso ao depoimento do doleiro ?



O C Af deseja receber os vídeos da delação premiada.



Vale lembrar que o doleiro foi protagonista da bala de prata do golpe na véspera da eleição, que terminou com vitória de Dilma. Na sexta-feira anterior ao pleito, a revista Veja antecipou capa com suposta denúncia de Youssef contra Lula e Dilma. Nada se provou e a Presidenta prometeu processar a revista .



E no domingo, enquanto os brasileiros iam às urnas, um tucano do Paraná utilizou as redes sociais para lançar boato de que o doleiro estava morto, supostamente envenenado. Como se sabe, não passou de última tentativa – fracassada – de reverter o quadro e dar a vitória ao Aécio.



A delação do doleiro no PiG:





No Estadão:





Doleiro confirma elo da Lava Jato com o mensalão do PT






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O juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato, perguntou a ele qual a origem do dinheiro. “Comissionamento de empreiteiras”, declarou Youssef. O juiz perguntou: “Decorrente de contratos com a administração pública, em geral propinas?” Youssef respondeu: “Sim senhor, Excelência.”




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Na Fel-lha:





Doleiro diz que tinha conta com deputado do mensalão






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O vídeo com o depoimento do doleiro foi disponibilizado pelo site do jornal “O Estado de S. Paulo”. Nele, Youssef declara: “José Janene tinha conta corrente comigo”.




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No Globo:





Youssef diz que doleiro de Brasília distribuía dinheiro a políticos






O doleiro Alberto Youssef afirmou ontem, em depoimento à Justiça Federal em Curitiba, que Carlos Habib Chater, dono de postos de combustíveis em Brasília, fez pagamentos de propinas de obras da Petrobras a políticos em Brasília, a seu pedido. Youssef contou que fazia transferências bancárias para Chater, que providenciava a entrega em dinheiro.




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João de Andrade Neto, editor do Conversa Afiada









Fonte: Juiz Moro, também quero a delação do doleiro»

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