Sergio Saraiva


Caía a tarde feito um viaduto.


Lembrei-me desse verso de Aldir Blanc olhando para o estado de ânimo da nossa seleção na derrota para a Alemanha. A imagem de uma estrutura que se colapsa sob um peso para o qual não estava preparada nem era de sua responsabilidade suportar.



Não está sendo fácil, mesmo para os mais experimentados comentaristas esportivos, explicar o “apagão” da seleção brasileira de futebol nesta Copa do Mundo do Brasil. E que o assunto seja, nos nossos jornais, tão comentado nas colunas de política quanto nas sobre futebol é sintomático da dificuldade que nossos cronistas esportivos terão para fazer um diagnóstico, se é que um dia o farão.


Falam dos jogadores, falam do esquema tático escolhido pela nossa comissão técnica. Não, isso explicaria as derrotas de 2006 e 2010, mas não a de 2014.


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Fonte: Seleção Brasileira, uma vítima da nossa guerra fria tardia»

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